Olá mais uma vez!
Como o Luís pediu e eu, por acaso tenho outro escrito, para estas eventualidades, cá vai:
Quando a primeira planta floriu,
ninguém lhe deu mais valor por isso.
Quando o primeiro animal evoluído deu o 1º passo,
ninguém tinha capacidade para opinar ou sentir.
Quando a primeira ave bateu asas e voou,
pouco ou nada se alterou nos outros seres.
Quando o primeiro Homem sorriu,
talvez os outros tenham reagido mal, ou não tido reacção.
Mas tu, logo após nasceres,
choras-te e gritas-te sem harmonia ou encanto
e apesar disso, alegras-te toda a família
e fizeste desse dia o dia mais feliz da vida dos teus pais…
E eu, que não te conhecia,
ou nem sequer existia,
percebo agora que nasci por uma razão:
ser feliz,
mas mais do que isso,
fazer-te FELIZ…
Então! Que tal me saí? Não exagerem, porque não está nada de especial. A pessoa em quem eu me inspirei é que é especial. E é a ela que se deve toda a beleza e encanto deste 2º poema…
Força nos comentários e na voz, para poderem declamar como o Camões… hahaha
Nada mais a apontar em relação ao comentário que fiz na parte 1. O que disse, volto a dizê-lo. Está bastante porreiro.
muito bom, muito bom…
simplesmente fantástico
Muito bom!!! Ele agora escreve. Quando precisar de um poema para a namorada vou falar contigo…boa, continua assim.
É verdade, Diogo.
Vê se me arranjas um extintor quando escreveres outro poema (tu bem sabes o que aconteceu… era fogo por todo o lado)
Penso que esta parte II terminou de uma forma realmente boa com o
“ser feliz,
mas mais do que isso,
fazer-te FELIZ…”
Se seguissemos esta norma em todos os momentos da nossa vida na relação com aqueles que nos rodeiam, de certeza que teríamos um mundo bem melhor.
Está muito bem conseguido o poema no seu todo.
Continua
Adorei! Muito bem conseguido. Continua Diogo. Parece que o Luís perdeu o pio. Hahaha!